Conheça algumas curiosidades sobre a Estátua da Liberdade. Em que ano foi construída? Quem a construiu? Quanto mede e quanto pesa? 

Conhecida mundialmente como Estátua da Liberdade, apesar do seu nome oficial ser “A Liberdade Iluminando o Mundo”, foi construída, numa pequena ilha na entrada do porto de Nova Iorque, para comemorar o centenário da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América (EUA), em 1876.

 

Quem construiu e projectou a Estátua da Liberdade?

Projetada e construída em França, pelo escultor Frederic-Auguste Bartholdi, com a ajuda de Eugene Emmanuel Viollet-le-Duc e de Alexandre-Gustave Eiffel (arquiteto responsável pela Torre Eiffel) para celebrar uma batalha que os norte-americanos venceram aos ingleses, razão pela qual levou os franceses a presentearem os EUA com este monumento.

Concluída em julho de 1884, a estátua foi transportada de barco até aos EUA, em 350 peças, embaladas em 214 caixotes, tendo demorado cerca de um ano em viagem. A montagem e fixação do pedestal demorou quatro meses a estar concluído, por essa razão só a 28 de outubro de 1886 é que foi inaugurada, pelo então presidente norte-americano Grover Cleveland.

Logo após a sua construção foi grande o sucesso que alcançou, tendo rapidamente se tornando num importante símbolo tanto de Nova Iorque, como dos EUA. Para além disso é também considerada um Património Mundial da UNESCO, e desde 2007, é considerada uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.

 

Estátua da Liberdade - Estados Únidos da América

 

A Estátua da Liberdade em números

Com uma altura total de 92,9m, sendo que 46,9m corresponde à altura do pedestal e 46m à altura da estátua, e com cerca de 225 toneladas de peso, o monumento faz parte do livro do Guinness, como a estátua mais pesada do mundo. Para chegar até ao topo é necessário ter alguma energia para subir os 354 degraus que a constituem, o equivalente a 22 andares.

Os turistas podem subir até à coroa, por um elevador acessível para esse mesmo efeito, e usufruírem de uma vista panorâmica magnífica.

 

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Medidas de segurança adotadas

Após o atentado de 11 de setembro, a visita à Estátua da Liberdade passou a ser controlada por um sistema de segurança semelhante ao utilizado nos aeroportos, ou seja, os turistas devem passar a bagagem por um sistema de raios-X, e posteriormente devem eles próprios passar, descalços, por um detetor de metais. Todo e qualquer material potencialmente perigoso, tais como armas, facas ou isqueiros, são expressamente proibidos.

Só em 2009, a coroa foi reaberta ao público pela primeira vez desde os ataques de 11 de Setembro, em 2001, tendo já adotado este sistema de segurança.

 

Pormenor da coroa da Estátua da Liberdade

 

Como visitar o monumento?

Para visitar a Estátua da Liberdade é necessário comprar um bilhete que inclui o transporte via Ferry Boat até a ilha, bem como um passe de visita ao espaço circundante do monumento, onde pode usufruir de uma vista privilegiada ao skyline de Manhattan e aproveitar para visitar as diversas lojas de recordações e souvenirs.

Durante um ano, o monumento esteve encerrado ao público com o objetivo de tornar a visita dos turistas mais segura e mais acessível para as pessoas com dificuldades de mobilidade.

Reabriu recentemente, em outubro de 2012, com melhores sistemas de alarmes contra incêndios, com melhores acessos às saídas de emergência, e ainda com melhores acessibilidades para as pessoas com cadeiras de rodas, que agora podem subir à estatua e ver o seu interior através dos elevadores.

 

Simbologia da Estátua da Liberdade

A estátua e o fogo da tocha, sempre acessos, que a mulher segura, representam a liberdade do povo. Na coroa existem 25 janelas que simbolizam as jóias preciosas encontradas na terra. Os 7 raios representam os sete continentes e os sete mares do mundo. Na mão esquerda a mulher segura uma tábua, que diz: 4 de Julho de 1776, em algarismos romanos, dia em que os Estados Unidos se tornaram independentes.

O poema gravado, aos pés da estátua, da autoria da poetisa judia americana, Emma Lazarus, traduz a ansiedade e a esperança dos norte-americanos durante a guerra com os ingleses.